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Ter, Ago

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A greve dos servidores do INSS (Instituto Nacional de Seguro Social) entra hoje na terceira semana. O atendimento nas agências da Previdência Social está próximo da normalidade, conforme dados divulgados diariamente pelo ministério, desde o início da paralisação.

A Fenasps (Federação Nacional dos Sindicatos de Trabalhadores em Saúde, Previdência e Assistência Social) informa adesão à greve de até 70% e que a categoria está respeitando a legislação, de garantir 30% do atendimento.

Ainda que o Ministério da Previdência acuse ilegalidade da greve, a Fenasps argumenta que, na última quarta-feira no STJ (Superior Tribunal de Justiça), o caráter da greve não foi julgado.

"Não procede que a greve é ilegal. O ministro Og Fernandes reiterou que trataram da suspensão da greve nacional e não da legalidade da greve. A multa foi estabelecida em razão da magnitude da greve e da importância dos serviço do INSS. Mas estamos garantindo o 30% de atendimento nas agências, como prevê a lei de greve", disse Tércio Leocádio da Silva, integrante do comando de greve da Fenasps.


Entre as reivindicações, que segundo o Ministério da Previdência não foram apresentadas ao governo, estão a manutenção da jornada de 30 horas semanais de trabalho sem a redução de salário, a contratação de novos servidores e a incorporação da gratificação de desempenho de atividade da seguridade social ao salário. Segundo Silva, está previsto um ato público no Distrito Federal nesta quarta-feira, dia 1º, para fortalecer a paralisação.


Balanço do Ministério da Previdência, divulgado no final da tarde de sexta-feira dá conta que 98,7% abriram nesta quinta-feira (25). Das 1.110 agências, 1.096 funcionaram. Em 924 unidades o atendimento foi normal, em 172, parcial (com pelo menos um servidor parado), e sete ficaram totalmente fechadas por causa da paralisação.


A Fenasps têm levantamento divergente e informa índice de paralisação entre 70% e 50%. Ao todo, são 19 Estados (mais o Distrito Federal) --com a adesão mais recente de Amapá e Goiás, conforme a entidade, que não informa, no entanto, o percentual.


Aderiram com os seguintes percentuais de paralisação: Santa Catarina (70%), São Paulo (60%), Paraná (60%), Rio Grande do Sul (70%), Rio Grande do Norte (60% na capital), Piauí (65%), Minas Gerais (70%), Espírito Santo (55%), Rio (70%), Ceará (50%), Pará (70%), Paraíba (50%), Maranhão (só na agência Imperatriz), Amazonas (70%), Bahia (70%), Mato Grosso do Sul (70%) e o Distrito Federal (65%).

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