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Ter, Mar

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“Definimos uma linha de atuação baseada na unidade de ação do movimento sindical com os demais movimentos sociais para continuarmos a trajetória de combate ao neoliberalismo, já derrotado eleitoralmente em muitos lugares, e de avanços sociais”, disse ele.

Joílson, que foi reeleito secretário nacional da SSB, também destacou a decisão do congresso de denunciar veementemente o papel da mídia, que tem servido de quartel-general da direita para atacar os movimentos sociais. “A mídia tem dito muitas mentiras e o movimento sindical precisa se empenhar nesta luta pela democratização dos meios de comunicação”, disse ele.

Compromisso com a CTB

Além de Joílson, que foi reeleito secretário nacional da SSB, foram eleitos para a coordenação geral da Executiva Nacional da corrente Salaciel Fabrício Vilela, secretário-geral adjunto da CTB; Vicente Selistre, vice-presidente da CTB; Maria Andrade, também vice-presidente da central; e Márcia Machado, da direção executiva. “Este é o núcleo de representação política da SSB, todos ligados à CTB”, explica Joílson.

Para ele, a eleição destes representantes demonstra o compromisso irrestrito da SSB com a CTB. “O papel da CTB como uma central democrática, plural e unitária foi muito enfatizado durante o congresso”, diz Joílson. Segundo ele, o congresso também reforçou a luta pela pauta imediata dos trabalhadores, definida pela CTB como prioritária (redução da jornada de trabalho sem redução de salário, ratificação das convenções 151 e 158 da OIT, reforma agrária e fim do fator previdenciário). 

Participação da classe trabalhadora

Isso, explica, Joílson, sem perder de vista a perspectiva maior, que é luta contra o imperialismo e a defesa dos avanços sociais. “Avançamos na questão nacional com a definição do governo Lula como um fator importante para esta trajetória, mas não deixamos de registrar que ainda é pouco”, ressalta. “Este projeto nacional precisa ir além de 2010, com a consolidação do bloco de esquerda, para que o Brasil possa consolidar as mudanças”, destaca. 

Para ele, o movimento sindical avançado é um importante agente nesta luta que visa a constante participação da classe trabalhadora neste cenário de mudanças. “O congresso enfatizou esta questão nacional, que precisa da classe trabalhadora como protagonista para que as mudanças sejam efetivas e consistentes”, diz ele. “E a efetivação da CTB, complementada por uma Conclat, é o caminho para a definição dos rumos que concretizará este protagonismo”, completa. 

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