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Reportagem do jornal O Estado de S. Paulo publicada neste sábado (3) revelou ligação do atual ministro interino do Trabalho, Helton Yomura, com empresa - Fimatec Comércio e Representações - processada 22 vezes na Justiça do Trabalho.

A Fimatec é acusada de não pagar adicional de insalubridade, hora extra, FGTS e 13º salário. A acusação mais recente contra a empresa foi apresentada em 2015, por um funcionário que denunciou o não pagamento de horas extras.

A empresa de empilhadeiras também foi processada por demitir uma funcionária terceirizada durante a gravidez – a quem teve de pagar R$ 30 mil de indenização -, e de agressão, em ação ainda em tramitação.

Ligações obscuras

Outro processo revelado pela Globonews e confirmado pelo O Globo, surgiu em 2014, e trata da denúncia de consumo ilegal de energia por parte da empresa Fimatec. De acordo com o processo, a Fimatec, que tem sede no Rio de Janeiro, teria feito uma ligação clandestina em seu galpão na Zona Norte da cidade.

Funcionários da Light teriam encontrado o desvio e chamaram as autoridades. De acordo com eles, os medidores de consumo do local haviam sumido e, portanto, não havia registro do gasto de eletricidade.

Direitos desrespeitados

A empresa, que tinha Yomura como parte do quadro societário até agosto de 2015, foi condenada a pagar indenizações a ex-funcionários pelo menos oito vezes

Segundo a reportagem do Estadão, o contrato social da Fimatec mostra que as cotas que eram do ministro interino foram passadas a dois sócios com o mesmo sobrenome, mas o ministério não informou qual o grau de parentesco entre os dois sócios e Yomura.

Helton Yomura, filiado ao PTB, é apontado como um dos nomes que o partido poderá indicar para a pasta.

Portal CTB

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