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A comissão especial que analisa o projeto de lei da chamada Escola sem Partido (PL 7180/14) volta a se reunir hoje para discutir o substitutivo do relator, deputado Flavinho (PSC-SP).

O texto sugere algumas mudanças em relação ao parecer anterior, entre elas a inclusão de artigo determinando que o Poder Público "não se intrometerá no processo de amadurecimento sexual dos alunos" nem permitirá "qualquer forma de dogmatismo ou tentativa de conversão" na abordagem das questões de gênero.

Leia também: Projeto Escola sem partido pretende impor um pensamento único e autoritário

Estão mantidas no texto uma série de proibições para os professores das escolas públicas e privadas da educação básica, como promover suas opiniões, concepções, preferências ideológicas, religiosas, morais, políticas e partidárias. Além disso, está mantida a proibição, no ensino no Brasil, da “ideologia de gênero”, do termo “gênero” ou “orientação sexual”.

Na semana passada, alunos e professores lotaram o plenário da comissão para protestar contra a matéria. Houve embate com alguns defensores do Escola sem Partido, que também estavam no plenário em menor número.

 

Por causa disso, o deputado presidente da comissão, deputado Marcos Rogério (DEM-RO), não descarta a hipótese de a nova reunião ser fechada ao público. A oposição, no entanto, já avisou que não aceitará que a reunião seja fechada. 

A votação da semana passada acabou adiada por causa do início das votações no Plenário da Câmara. Nesta quarta há ainda a possibilidade de um pedido de vista adiar novamente a votação. A comissão volta a se reunir no plenário 1 a partir das 14 horas.

Fonte: Portal da Câmara

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