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O Fórum de Lutas em Defesa dos Direitos, em Santa Catarina se reuniu na terça-feira (26), no auditório do Sindicato dos Servidores Públicos do Estado de Santa Catarina (Sintespe), em Florianópolis, capital do estado.

A situação do setor elétrico foi amplamente debatida e a ofensiva do presidente ilegítimo  Michel Temer de privatizar o Sistema Eletrobras foi duramente criticado pelos participantes.

O Fórum decidiu participar de todas as atividades em defesa das estatais de energia do estado e contra a privatização em todo o país. Também definiu apoio aos atos do dia 3 de outubro, em defesa da Petrobras e da Eletrobras, com caravana para o Rio de Janeiro e organização de atividades em Santa Catarina e em todos os estados.

“Decidimos também marcar presenta na Audiência Pública da Assembleia Legislativa de Santa Catarina, no dia 4 de outubro, às 9h, para se contrapor à privatização do setor elétrico, área essencial par o desenvolvimento autônomo do país”, declara Odair Rogério da Silva, presidente da CTB-SC.

De acordo com ele, o Fórum promete ajudar na construção da Plenária Estadual em Defesa da Eletrobras, também em 4 de outubro, às 14h, na Federação dos Trabalhadores no ?Comércio no Estado de Santa Catarina.

“Muito importante foi a decisão de batalharmos para aglutinar todos os setores que estão sob ameaça de privatização como o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e outras importantes estatais brasileiras”, afirma Silva.

Além da questão energética, foi encaminhada uma moção de repúdio à extinção do Serviço Social do INSS e outra moção em defesa de professores e de um técnico da Universidade Federal de Santa Catarina, processados pelo Ministério Público Federal, porque em 2014 se manifestaram pela soberania da comunidade universitária e contra a presença da Polícia Federal e Militar no campus da UFSC.

Também foi aprovada uma nota em defesa do professor Wagner Damasceno, que sofre perseguição dentro do departamento de Museologia da universidade, em virtude de sua participação na greve da categoria.

No final deliberou-se a realização de uma Plenária do Fórum, ainda em outubro, para debater a criminalização dos movimentos sociais e das lutas populares, além de discutir a Lei da Mordaça nos estabelecimentos de educação.

Portal CTB com informações da CTB-SC

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