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A Justiça do Trabalho determinou nesta segunda-feira, 12, a reintegração, no prazo de 15 dias, dos professores demitidos em massa pela Universidade Metodista de São Paulo. A decisão foi dada pela juíza Valéria Pedroso de Moraes, da 8ª Vara do Trabalho de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, que em janeiro já havia proibido a instituição de dispensar 66 docentes.

A ação civil pública acolhida pela magistrada é do Sindicato dos Professores de Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul (Sinpro-ABC). As demissões ocorreram em dezembro do ano passado. Segundo o sindicato, foram dispensados 83 empregados, sendo 54 docentes universitários e 15 professores do colégio.

Na decisão, a juíza também reconhece que a Metodista deverá pagar os salários vencidos desde a "dispensa até a efetiva reintegração, com reflexos em férias acrescidas do terço constitucional, 13º salários e FGTS".

A juíza afirma que demissão coletiva prejudica a atuação dos professores da universidade e também os alunos. "O nefasto problema se alastra em uma cadeia de embate atingindo a sociedade como um todo. Agrava a situação o fato de a ré demonstrar total desinteresse em relevar a grave situação fática através da negociação coletiva. Há abuso de direito refletido socialmente", diz a decisão.

Portal CTB com agências

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