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Ter, Nov

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O Brasil vive um momento ímpar na sua história. Após mais de uma década de implementação de um projeto democrático e popular, com centro no povo, a ameaça fascista voltou a rondar o povo brasileiro. A ruptura democrática que tirou a ex-presidenta Dilma Rousseff do poder lançou o país numa agenda de retirada de direitos da classe trabalhadora e no congelamento dos gastos públicos, afetando principalmente a área da saúde e da educação.

Foi com muita luta que o povo brasileiro foi às ruas, fizemos uma grande greve geral no histórico 28 de Abril, enfrentamos e derrotamos a famigerada Reforma da Previdência de Temer, mas também tivemos nossas derrotas como a aprovação da Reforma Trabalhista e a PEC do fim do mundo. Agora, chegou o momento onde a vitória é a única opção para a defesa dos direitos do nosso povo. A agenda neoliberal da direita trouxe de volta o fantasma do fascismo para nossa sociedade e é hora de todos os democratas do nosso país se unirem para derrotar esse mal.

E a única forma de derrotar o projeto político liderado pela direita extremista que pode destruir todos os projetos e conquistas que construímos nos últimos anos, garantindo o retorno da agenda do desenvolvimento, do emprego e da distribuição de renda, é elegendo a chapa que tem Fernando Haddad como presidente e Manuela D’Ávila como vice. Haddad e Manuela representam um projeto soberano de nação, com inclusão social, democracia e mais direitos para o povo trabalhador. Representam o salário mínimo forte, o direito à casa própria, a revogação das medidas mais nefastas de Temer e a recolocação do Brasil num projeto de nacional-desenvolvimentismo com foco no povo.

Nosso estado também vive um momento delicado. As candidaturas que se apresentam ao segundo turno no Rio de Janeiro não compõem o campo progressista, mas a de Wilson Witzel (PSC), representa um perigo ainda maior para o Estado Democrático de Direito. Witzel representa o mesmo atraso e ameaça à democracia que Bolsonaro representa no campo nacional e ainda tem aliado a si a desastrosa gestão de Marcelo Crivella, atual prefeito da Capital e apresenta um programa autoritário, que não dialoga com os anseios da classe trabalhadora e que não aponta para a resolução de nenhum dos problemas que vive no Rio de Janeiro. Witzel representa o autoritarismo e a repressão e, por isso, defendemos nenhum voto em Witzel nesse segundo turno. Nessas eleições enfrentaremos uma batalha que opõe a democracia, o emprego e a soberania, representadas por Fernando Haddad e Manuela D’Ávila, de um lado e, um ultraliberalismo autoritário e um projeto de nação submissa aos interesses estrangeiros, representados por Jair Bolsonaro e Wilson Witzel, de outro.

A CTB-RJ convoca os trabalhadores e trabalhadoras a se manterem mobilizados nessa reta final de eleição. Será com muita luta que conseguiremos virar esse jogo e eleger, mais uma vez, um projeto de Brasil democrático e progressista, afinado com a pauta dos trabalhadores, para comandar a Nação.

Direção CTB-RJ

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