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Os profissionais da educação municipal de Salvador decidiram entrar em greve a partir desta quarta-feira (11), por tempo indeterminado. Em campanha salarial desde abril, a categoria, juntamente com a APLB-BA, realizou nesta tarde uma assembleia no Ginásio dos Bancários para discutir os rumos da paralisação.

Os profissionais pedem um reajuste salarial de 12,41%, pois há 3 anos a categoria não recebe nenhum reajuste, além disso reivindicam aumento de 10% no tíquete alimentação e melhores condições de trabalho.
 
Outra reivindicação da categoria é a eleição do diretor escolar. Desde 2017 o gestor das escolas é escolhido pela Secretaria Municipal de Educação (Smed). "O professor faz cursos, se especializa e recebe como graduado, não iremos aceitar isso, então vamos correr atrás de nossos direitos, custe o que custar", disse a coordenadora da Rede Municipal de ensino Elza Melo.
 
Representando a CTB Bahia, a presidenta interina Rosa de Souza falou do apoio da CTB aos profissionais em educação. “Nós da CTB estamos nessa luta com os professores municipais, esperamos que haja celeridade e o prefeito atenda ao pedido dos profissionais para que a greve não se estenda por muito tempo. Estamos lutando por um direito, um reajuste justo, então, para que não se prolongue a greve, dependemos de uma posição do executivo municipal”, concluiu.
 
Após a assembleia desta tarde, a categoria irá encaminhar uma nova proposta à gestão municipal. Uma nova rodada de negociação foi agendada para as 18h desta quarta.
 
Marcivaldo Santos, ascom CTB Bahia -- Foto: A Tarde
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