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Sáb, Jun

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Diversas entidades filiadas à CTB participaram, na tarde dessa terça-feira (13), da marcha de abertura do Fórum Social Mundial 2018, conhecida como Marcha dos Povos. O evento, que tomou as ruas do Centro, contou com as presenças dos presidentes nacional da Central, Adilson Araújo, e estadual, Pascoal Carneiro.

O presidente nacional, Adilson Araújo, defendeu a importância do encontro dos povos, principalmente, pela marca da diversidade –  de gente, de lutas e de experiências. Para ele, o FSM acontece em um momento delicado, “em que o mundo reclama as repercussões da grave crise econômica mundial”, e servirá para denunciar uma agenda ultraliberal que quer se firmar.
 
 
Foto: Solange Argolo
 
Para Adilson Araújo, é preciso estar sempre atento para impedir o avanço da agenda ultraliberal, que, segundo ele, significa retroagir em relação às conquistas históricas de direitos fundamentais. “Ganhar as ruas é também fortalecer o processo de mobilização contra todo e qualquer retrocesso”, afirmou.
 
O presidente Pascoal Carneiro considerou expressiva a participação da CTB na marcha de abertura e convidou a militância a continuar participando das atividades, em especial daquelas organizadas pelos sindicatos e entidades ligadas à central. No minitrio, destacou a importância do FSM como um espaço de luta por um Brasil soberano, democrático e menos desigual. Criticou a política de retirada de direitos do governo Temer e convocou os trabalhadores e trabalhadoras a lutarem por um país decente. "A Bahia abraça os guerreiros e guerreiras que estão em Salvador. Vamos abraçar essa luta. A democracia nos interessa, uma educação de qualidade, mais emprego, mais justiça social, mais direitos, tudo isso nos interessa".
 
Milhares de pessoas do Brasil inteiro e de mais de 120 países marcharam da praça do Campo Grande até a praça Castro Alves, para mostrar a força do Fórum, que chega este ano à 13ª edição. 
 
O FSM 2018 está atento aos problemas mundiais e às dificuldades por qual passa a luta progressista, atualmente, mas trouxe, já na marcha de abertura, uma mensagem otimista, traduzida no lema ‘Resistir é criar. Resistir é transformar!’. Aproximadamente, 1.500 coletivos, organizações e entidades estão cadastrados para participar do evento, tendo inscritas 1.300 atividades autogestionadas, distribuídas ao longo de cinco dias de intensos debates, encerrados no sábado (17/03).
 
Aberto, o Fórum Social Mundial inicia, nesta quarta-feira (14), os debates, que acontecerão em vários pontos da cidade.
 
Foto: Solange Argolo
 
 
Foto: Solange Argolo
 
CTB Bahia
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