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A greve dos servidores do Judiciário de Mato Grosso segue por tempo indeterminado, conforme deliberação em assembleia, na segunda-feira (26). O presidente do Sindicato do Poder Judiciário, Rosenwal Rodrigues, afirmou que a categoria rejeitou por unanimidade a proposta do Governo do Estado, de quitar os passivos referentes ao URV, por meio de cartas de crédito.

A rejeição da proposta se deu em função do deságio no mercado. Além disso, servidores exigem pagamento em dinheiro, mas o Governo do Estado alega não ter recursos.

Dessa forma, os servidores irão aguardar o resultado da inspeção realizada no Departamento de Pagamento de Pessoal e na Coordenadoria Financeira do Tribunal de Justiça, que irá mostrar os valores que cada servidor tem a receber, para voltar a discutir a questão.

No que tange ao pagamento de auxílio alimentação, de R$ 400, apenas aos servidores concursados, a categoria decidiu que aceita a proposta, desde que o beneficio seja estendido aos incorporados e oficiais de Justiça.

Quanto à terceira reivindicação, que trata do cumprimento da Resolução 48, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que exige curso de nível superior em Direito para oficial de Justiça, com o enquadramento da categoria neste patamar, a proposta de implantação da medida a partir de 2011 ficou mantida.

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