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Os servidores da Educação na rede estadual de Sinop participam de assembleia extraordinária, na quarta-feira, às 9h, na subsede do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso. Eles avaliam se aderem à paralisação por tempo indeterminado, em nível estadual, a partir da próxima segunda-feira (6). Ontem, conforme Só Notícias informou, o  conselho de presidentes das sub-sedes do Sintep e demais servidores se reuniram, na capital, e decidiram deflagrar greve na rede estadual.

Eles não aceitaram aumento de 10% definido pelo governo e aprovado pela Assembleia Legislativa, semana passada, no piso salarial que passaria para R$ 1,248. O sindicato cobra R$ 1.312. A estimativa é que 430 mil alunos fiquem sem aulas e, somente em Sinop, são cerca de 15 mil.

Em nota no site oficial, a secretária estadual de Educação, Rosa Neide Sandes, afirmou que a greve não seria a melhor proposição no momento atual e que a Seduc e o Governo do Estado estão abertos a negociações. A partir da próxima semana um grupo representando as secretarias de Administração, Planejamento, Fazenda e Educação, além da Auditoria Geral do Estado, se reunirá com o Sindicato para avaliar possibilidades de incremento na receita da Educação.

A secretária declarou ainda que "existe total apoio do governo em pagar o piso da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), o que existe atualmente é a impossibilidade orçamentária. A Seduc está comprometendo 87% da folha bruta com pagamento de servidores". O Sintep defende que o Estado tem condições de bancar o piso.

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