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Por Robson Camara

Com a presença de milhares de professores (as) e Orientadores (as) educacionais, em assembleia geral, nesta quinta-feira (14), dia em que o Sinpro-DF completa 40 anos de existência, foi aprovado um calendário de lutas para 2019. A perspectiva de retrocessos no campo da educação mobilizou a categoria para enfrentar propostas regressivas na educação.

Entre os pontos aprovados estão a instauração de um estado permanente de mobilização contra a reforma da Previdência (PEC 6/2019) de Bolsonaro, e a luta contra o projeto de militarização das escolas, que representa uma verdadeira ameaça à gestão democrática.

Já no âmbito distrital, ficou definido que o embate é pelo cumprimento da Meta 17 do Plano Distrital de Educação (PDE), que trata da valorização do magistério, por meio da isonomia salarial em relação à média dos vencimentos das demais carreiras de servidores(as) públicos do GDF.

Sobre essa reivindicação, já teve um apontamento inicial. Um Suplemento do Diário Oficial dessa quarta-feira (13), trouxe a criação do Grupo de Trabalho (GT) dentro do GDF que vai estudar formas de implementar a Meta 17 do Plano Distrital de Educação. Agora, o GT tem até 90 dias para apresentar uma proposta. A CTB conta com uma representante no GT, o que é importante para construir a unicidade na pluralidade, uma vez que se trata de um sindicato filiado à CUT.

A pauta de negociação da categoria com o governo do Distrito Federal também inclui a nomeação de mais orientadores(as) educacionais e professores(as), plano de saúde, pagamento da pecúnia para os(as) servidores(as) aposentados(as) e uma vasta lista de reivindicações, com mais de 100 itens, que vão desde a construção e reforma de escolas até a redução de estudantes por turma.

Ficou deliberado que o Sinpro comporá com outros sindicatos um fórum em defesa da previdência em articulação com outras centrais incluindo aí a CTB, que também compõe a diretoria atual do Sinpro-DF. As intervenções dos cetebistas Jairo Mendonça e Berenice Darc reforçam isso. É necessário enfrentar as ações anti-sindicais perpetrada pela Medida Provisória 873.

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